Sobre descomeços tão bem
vindos aqui e ali
De uma chuva bala que sangra e
lava
Sobre desconstruir o castelo de
areia, da infância
De chutes e socos ventania,
tornado na estrutura frágil
Sobre desnaturar pele
acumulada de chorume, dos
pensamentos
Lavado a água e sabão, caseiro a
ferida e o remédio
Sobre descolonizar pensamento,
dúvida e crítica
E fincar bandeira no solo
independente, meu e só meu