Preso a mim mesmo
Eu tenho medo
De olhar para fora
Na esperança de outrora
Me fecho, mudo
Se falo, agudo
Se me posiciono, errado
Se sou eu mesmo, falho
Me acoberto de inseguranças e vivo assim,
sem fim.
Permaneço na sala que me salva,
com ressalva.
Dos olhos que me julgam do lado de fora,
toda hora.